EUA-Irã: mediadores trabalham por um novo cessar-fogo - Vatican News via Acervo Católico

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EUA-Irã: mediadores trabalham por um novo cessar-fogo - Vatican News via Acervo Católico
Fonte: VATICANO

Décima noite de ataques recíprocos entre os Estados Unidos e o Irã: enquanto os EUA anunciam ter concluído uma nova onda de ataques aéreos para reduzir a capacidade iraniana de atingir navios no Estreito de Ormuz, Teerã atacou alvos militares norte-americanos no Bahrein e no Kuwait; em particular, foram destruídos radares na base de Ahmed Al-Jaber

Vatican News O ponto crucial continua sendo o Estreito de Ormuz, onde, segundo os EUA, o tráfego marítimo estaria ocorrendo mais ou menos regularmente, enquanto, segundo os Pasdaran — que anunciaram ter bloqueado mais dois navios —, ele estaria fechado. Enquanto isso, os rebeldes houthis do Iêmen, aliados do Irã, anunciaram a intenção de estender o bloqueio marítimo no Mar Vermelho contra a Arábia Saudita, aliada histórica de Washington. Segundo rumores, porém, os mediadores estariam trabalhando para um novo cessar-fogo, após o fracasso do acordo de junho. Noite de ataques cruzados Apesar das tentativas de retomar as negociações para o que poderia ser uma trégua de 10 dias, com o objetivo de promover a redução da tensão e chegar a um acordo sobre o Estreito de Ormuz, a noite entre segunda e terça-feira foi mais uma noite de ataques recíprocos. Teerã atacou infraestruturas militares norte-americanas no Kuwait e no Bahrein, neutralizando, em particular, sistemas de radar estadunidenses para tornar seus mísseis mais eficazes; por outro lado, durante a noite, os EUA anunciaram ter concluído uma nova onda de ataques em território iraniano, com o objetivo de reduzir a capacidade militar de Teerã. Além disso, o presidente Trump voltou a ameaçar o inimigo, declarando que a morte de cada soldado estadunidense será paga muitas vezes por Teerã. A guerra no Líbano Enquanto isso, no Líbano, onde está em curso o conflito entre Israel e o Hezbollah, milícia xiita aliada do Irã, teve início a mobilização das tropas do exército de Beirute em algumas áreas do sul, após a retirada das forças de defesa israelenses. Essa medida fazia parte dos acordos firmados também com os Estados Unidos, onde se encontra nestes dias o presidente libanês Aoun, que, após o encontro de segunda-feira com o secretário de Estado norte-americano Rubio, tem esta terça-feira o encontro com seu homólogo, Donald Trump.

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