A celebração foi presidida pelo núncio apostólico Luigi Travaglino na capela do edifício onde Bergoglio residia. Na homilia preparada pelo cardeal Acerbi e lida durante a celebração, o prelado recordou a figura do Pontífice: "Ainda o sentimos perto de nós". As celebrações em memória de Francisco continuam ao longo desta terça-feira, 21 de abril. Às 17h, na Basílica de Santa Maria Maior, haverá a recitação do Terço seguida de uma Missa de sufrágio, presidida pelo cardeal Giovanni Battista Re
Padre Paweł Rytel-Andrianik - Vatican News "Agora não é o momento de nos determos no desenrolar de sua vida diária, aqui repleta de trabalho, reuniões e orações na pequena Capela do segundo andar. Tenho certeza de que o Papa Francisco se afeiçoou a esta casa, e nós nos afeiçoamos a ele. Tal permanece o espírito de nossas orações de sufrágio neste primeiro ano de sua partida. Ainda o sentimos perto de nós", afirmou o cardeal Angelo Acerbi na homilia lida pelo arcebispo Luigi Travaglino, núncio apostólico que presidiu a Missa na Casa Santa Marta no primeiro aniversário da morte do Papa Francisco. O cardeal Acerbi enfatizou ainda em sua homilia: "Quero apenas recordar a coragem apostólica com que ele enfrentou os anos de seu Pontificado, mesmo quando, apesar de suas limitações físicas, quis cumprir sua missão apostólica até os extremos confins da terra." "Voltamos também nossos pensamentos para a Basílica de Santa Maria Maior, onde o Papa Francisco quis ser sepultado, ao lado da Capela de Maria 'Salus populi romani', que ele frequentava antes e depois de cada uma de suas viagens apostólicas e que certamente o acolheu no final de sua vida", acrescentou dom Travaglino. As celebrações em memória de Francisco continuam ao longo do dia desta terça-feira, 21 de abril. Às 17h, na Basílica de Santa Maria Maior, haverá a recitação do Terço seguida de uma Missa de sufrágio, presidida pelo cardeal Giovanni Battista Re, decano do Colégio cardinalício.