Oriente Médio: EUA prorrogam presença militar até 2027

  • Home
  • -
  • Notícias
  • -
  • Oriente Médio: EUA prorrogam presença militar até 2027
Oriente Médio: EUA prorrogam presença militar até 2027
Fonte: VATICANO

No contexto do impasse nas negociações entre Washington e Teerã, o Pentágono decidiu manter o destacamento de soldados no Golfo até o próximo ano. Enquanto isso, continuam os ataques iranianos às bases norte-americanas na região, e a União Europeia adere oficialmente à campanha de pressão econômica promovida pela Casa Branca contra a República Islâmica

[ Audio Embed Ouça e compartilhe] Vatican News [ Read Also ] “Já faz tempo que não há combates em grande escala”: para a Casa Branca, a tensão com Teerã não se configura mais como um conflito aberto.

É dessa convicção que parte o vice-presidente dos EUA, JD Vance, que vê as intervenções recentes apenas como um incentivo para proteger, no Estreito de Ormuz, o fluxo de petróleo e gás para os mercados globais de energia.

Mas Teerã contabiliza as vítimas dos últimos ataques estadunidenses: pelo menos 11 mortos e mais de 100 feridos, enquanto continua a atacar as bases dos EUA no Golfo.

Ataques esses que, segundo Vance, estão minando a possibilidade de novas negociações: “Novas negociações — esclareceu o vice-presidente dos EUA — só poderão ser iniciadas se o Irã deixar de atacar navios comerciais” no estreito.

Os planos dos Estados Unidos O Pentágono, por sua vez, decidiu prorrogar até 2027 a presença militar na região, uma decisão que garantiria à Casa Branca uma ampla margem de manobra para os próximos passos em relação ao Irã.

A prioridade, por enquanto, segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, é exercer pressão econômica sobre o regime iraniano a ponto de levá-lo ao colapso, mas, acima de tudo, ao desmantelamento do programa nuclear.

A União Europeia também aderiu oficialmente à campanha de sanções dos EUA, denominada “Operation Economic Outcast”.

O anúncio foi feito pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, por meio de uma postagem divulgada em seu perfil no X, na qual ele expressou grande apreço pela “posição firme e oportuna” assumida pelo bloco comunitário.

A posição de Israel [ Read Also ] No contexto complexo do conflito entre o Irã e os EUA, insere-se a visão do governo israelense: “A queda do regime iraniano é agora um objetivo iminente e viável”, declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em um vídeo divulgado por seu gabinete, que o mostra durante uma reunião operacional com os chefes das autoridades de segurança.

Segundo o primeiro-ministro israelense, o regime de Teerã encontra-se em uma fase de extrema fragilidade e “está lutando pela própria sobrevivência”.

Netanyahu reiterou a determinação do governo de Israel em neutralizar definitivamente a ameaça, apontando a derrubada do governo iraniano como a meta estratégica decisiva ainda a ser alcançada.

Ajude a manter o site no ar

Uma pequena doação de R$ 1,00 garante que esse conteúdo continue disponível

PayPal

Deseja acompanhar a Liturgia diária?

Receba o conteúdo sempre atualizado e disponível offline.

Siga-nos

Acervo Católico

© 2024 - 2026 Acervo Católico. Todos os direitos reservados.