O cardeal secretário de Estado, à margem do congresso sobre João Paulo I realizado na Pontifícia Universidade Gregoriana, expressou o desejo de que tudo se resolva o mais rapidamente possível. “Estamos confiantes e, naturalmente, todos o acompanhamos com a nossa oração e o nosso afeto.”
Vatican News No dia da internação do Papa Leão no Gemelli para a retirada de um “nódulo circunscrito no pulmão”, o cardeal secretário de Estado, Pietro Parolin, também expressou sua proximidade ao Pontífice.
À margem do congresso realizado na Pontifícia Universidade Gregoriana, intitulado “João Paulo I: Iustitia et Pax — ‘Tutelar e promover a paz neste mundo conturbado’”, promovido pela Fundação Vaticana João Paulo I, da qual Parolin é presidente, os jornalistas perguntaram ao cardeal sobre o estado de saúde do Papa. “Todos ficamos impressionados com a serenidade”, afirmou o cardeal, referindo-se à tranquilidade transmitida pelo Papa ao fazer o anúncio durante o Angelus do último domingo. “Esperamos, como ele mesmo disse, que estejamos realmente no início desta dificuldade e, portanto, que o problema possa ser resolvido o mais rapidamente possível.” “Estamos confiantes — acrescentou — e, naturalmente, todos o acompanhamos com a nossa oração e o nosso afeto.” [ In Evidence ] Grande serenidade O secretário de Estado explicou que falou com o Papa Leão na tarde de ontem. “Conversamos com muita serenidade.
Realmente, o Santo Padre é um grande exemplo nesse sentido.” “Estou preocupado — ressaltou Parolin — porque certamente não esperava uma coisa desse tipo”, mas se trata de “algo que, graças a Deus, foi identificado imediatamente” e que, portanto, poderá ser superado “o mais rapidamente possível”. “Normalmente — acrescentou — quando essas coisas são detectadas a tempo, é possível resolvê-las.” [ In Evidence ] As surpresas de Deus Parolin também comentou a grande manifestação de afeto das pessoas e da Igreja em relação ao Pontífice. “Isso demonstra o quanto o Papa Leão é amado, estimado e acompanhado por todos”, afirmou, convidando os fiéis a continuarem expressando sua proximidade também quando o Papa for submetido à intervenção. “É como um raio em céu azul?”, perguntou um jornalista. “Sim, certamente — respondeu Parolin — porque ninguém esperava.
Mas estas são, como disse o Papa, as surpresas de Deus.” [ In Evidence ]