Prefeito de Curitiba Eduardo Pimentel visita a Rádio Vaticano – Vatican News - Vatican News via Acervo Católico

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Prefeito de Curitiba Eduardo Pimentel visita a Rádio Vaticano – Vatican News - Vatican News via Acervo Católico
Fonte: VATICANO

Os 200 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé. Em Roma a Camerata Antíqua de Curitiba, que estará presente na Basílica de Santa Maria Maior no dia 23, durante missa presidida pelo cardeal Pietro Parolin. O prefeito Eduardo em conversa com a Rádio Vaticano – Vatican News destaca a importância dos parques em Curitiba e menciona a inauguração do Parque Papa Francisco, que enfatiza a preservação ambiental e o lazer da população.

Silvonei José – Vatican News Celebram-se nesta semana, em Roma e no Vaticano, os 200 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé. O Brasil e a Santa Sé iniciaram suas relações diplomáticas em 23 de janeiro de 1826, quando o Papa Leão XII recebeu as cartas credenciais de monsenhor Francisco Corrêa Vidigal, que havia sido enviado a Roma pelo Imperador Pedro I para efetuar gestões em favor do reconhecimento da independência, proclamada em 1822. A programação comemorativa tem como momento central a missa solene do dia 23 de janeiro, na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, presidida pelo Secretário de Estado da Santa Sé, Pietro Parolin, mas se estende ao longo do ano com diversas atividades. A Santa Missa será transmitida com comentário em português a partir das 12h, hora de Brasilia, pela Rádio Vaticano e Redes Sociais. Presente em Roma para os eventos dedicados aos 200 anos da Relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé, o prefeito de Curitiba (PR), Eduardo Pimentel, que conversou com Silvonei José. Prefeito, que alegria poder recebê-lo aqui. Seja bem-vindo. Eu que agradeço. Muito obrigado, amigo Silvonei, que vem do nosso estado do Paraná, da nossa cidade de Curitiba. Uma alegria estar aqui na Rádio do Vaticano e uma alegria, estando prefeito da cidade de Curitiba, vir aqui conversar um pouco sobre a nossa cidade, sobre essa parceria entre o Brasil e o Vaticano, que completa 200 anos. Estou muito feliz, com alegria de estar aqui com a minha esposa, que me acompanhando. É um prazer estar aqui com você e conversar sobre a nossa cidade, sobre as pessoas que lá vivem, e que o senhor tem contato. Prefeito, é uma alegria, mais uma vez, seja bem-vinda também sua esposa. Sejam bem-vindos. Começo justamente pelo motivo de vocês estarem aqui nesse período. Bicentenário de uma relação que nasce com o desejo simplesmente de crescer. E, ao longo do tempo, isso foi uma realidade. Começamos. 200 anos de relações. A Santa Sé é o quarto estado a reconhecer a independência do Brasil, a acreditar na nossa existência, porque aí o Brasil começa a existir. É isso mesmo. E é um privilégio ter sido o Vaticano o quarto estado a reconhecer o Brasil como país. E isso precisa ser celebrado. 200 anos é um número importante, é um número simbólico. E é isso que nós estamos fazendo aqui. Além de uma agenda importante que terei com o prefeito de Roma, também com a diretora da FAO, sobre Segurança Alimentar, e sobre o que acontece no mundo. E Curitiba tem sido referência nessa pauta. Mas, nesta sexta-feira, no dia 23, quando se comemoram os 200 anos, nós teremos uma apresentação na Basílica de Santa Maria Maior, onde está o nosso querido Papa Francisco, sul-americano, da Camerata de Curitiba, que está celebrando esses 200 anos. A Camerata Antíqua de Curitiba é orquestra e coro há mais de 50 anos, que abrilhanta a nossa cidade, com muitas pessoas que já passaram por lá fazendo a boa música. Então, está vindo toda a comitiva da Camerata Antíqua da cidade para participar da missa presidida pelo cardeal Pietro Parolin. É uma bênção para o país, para o Brasil, mas também um reconhecimento muito feliz à nossa cidade. E a Rádio Vaticano – Vatican News estará transmitindo ao vivo para todo o Brasil a Santa Missa presidida, como o senhor estava recordando, pelo nosso secretário de Estado. Mas não para por aí. Nós temos a missa na sexta-feira, depois temos também o encontro, com o Mundo Universitário, na nossa Universidade Sapienza, que é a maior universidade da Europa. E depois um outro encontro também, que teremos na Embaixada do Brasil, junto ao governo italiano. Sem dúvida. São três apresentações: na Basílica de Santa Maria Maior, na Universidade Sapienza e também na Embaixada, um ícone do país aqui no Vaticano, na Itália. Então, um momento importante com três apresentações com a nossa Camerata Antíqua de Curitiba completa. Orquestra, coro, todos os nossos músicos que são reconhecidos na cidade, que no ano de 2024 fizeram um concerto comemorando os 50 anos da sua fundação, que foi em 1974, num concerto muito bonito no Teatro Colón, lá em Buenos Aires, um dos teatros mais bonitos do mundo. A nossa Camerta já se apresentou na Europa, já se apresentou nos Estados Unidos, agora dessa vez aqui no Vaticano, aqui em Roma, para poder apresentar a nossa boa música e celebrar essa boa parceria entre o Vaticano e o Brasil. O senhor poderia falar um pouco sobre a Camerata? A Camerata, como eu lhe falei, foi fundada em 1974 por curitibanos. Desde então, é cuidada pelos nossos cidadãos de Curitiba, com muitos músicos do país que vêm se apresentar. Lidera, junto com os nossos curadores, um dos maiores eventos de música da América Latina, que é a Oficina de Música da Cidade de Curitiba, que terminou nesse último domingo e que sempre abre o calendário de música com professores e alunos aprendendo música erudita, música popular, música antiga na cidade de Curitiba. Curitiba vira a capital da música no país durante esse período de janeiro e a Camerata sempre muito próxima. Nos grandes eventos da cidade, as comemorações importantes da cidade e do Estado, a Camerata está presente. Então, nada mais justo do que esse registro, reconhecimento seja feito agora, em homenagem à celebração dos 200 anos. E lembrando aqui, e só para justificar, porque nós estamos trazendo um caderno que está aqui na minha frente, que celebra Curitiba como uma cidade amiga dos papas. Nós celebramos muito o Papa Leão, agora que lidera a nossa Igreja Católica no mundo, mas celebramos no ano passado, já como prefeito da cidade, em 2025, inaugurei um parque chamado Parque Papa Francisco. E para nós, curitibanos, a nossa praia é o parque. Nós temos 52 parques na cidade de Curitiba, que é onde o cidadão de Curitiba ou o turista tem o seu lazer. Passeia com a sua família, leva o seu cachorro, leva os seus filhos e curta a cidade, relaxa. E a maioria dos nossos parques são feitos com um pensamento inovador de mais de 50 anos, que é evitar o alagamento durante as chuvas. Então, eles são grandes áreas de contenção, com um lago e uma área verde de preservação. E por que eu estou contando isso? Porque é uma característica da cidade e o Parque Papa Francisco reúne todas essas características. Ele está dentro, ele está perto da nascente do rio Belém, que é um dos rios mais importantes que a cidade de Curitiba tem. Então, nós estamos preservando. Preservando a água, preservando a área verde, evitando o alagamento nos bairros e entregando o lazer para a cidade de Curitiba e com o nome do Papa Francisco, para que seja eternizado na nossa cidade. O prefeito nos falou ainda sobre a importância de Curitiba dentro do cenário brasileiro e sobre outros assuntos como cultura, meio ambiente e qualidade de vida. Eis a íntegra da conversa:

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