O apelo de Leão XIV: trabalhar na prevenção do Ebola para salvar vidas na RDC

  • Home
  • -
  • Notícias
  • -
  • O apelo de Leão XIV: trabalhar na prevenção do Ebola para salvar vidas na RDC
O apelo de Leão XIV: trabalhar na prevenção do Ebola para salvar vidas na RDC
Fonte: VATICANO

O vírus atual já causou mais de 2500 mortes em três meses. Um dos desafios é que não há vacinas ou tratamentos para a doença, além do sistema de saúde fragilizado e a situação agravada por conflitos armados. A epidemia na RDC é a mais letal da história do país. Leão pede uma resposta da comunidade internacional para "salvar muitas vidas humanas".

[ Audio Embed Ouça a reportagem com a voz do Papa e compartilhe] Andressa Collet - Vatican News [ Queridos irmãos e irmãs, nas minhas orações, recordo frequentemente a República Democrática do Congo, especialmente devido à propagação da epidemia de Ebola, que, infelizmente, está causando muitas vítimas.

Encorajo uma resposta por parte da comunidade internacional, que envolva também as comunidades locais no trabalho de prevenção para salvar muitas vidas humanas. ] Foi assim que o Papa Leão XIV começou a série de apelos ao final da oração mariana do Angelus deste domingo (23/08).

Aos fiéis reunidos na Praça São Pedro, o Pontífice alertou para o aumento de casos da doença no país, como ampliou a preocupação para a comunidade internacional.

Segundo informações divulgadas na última sexta-feira (21/08) pela Organização das Nações Unidas, a ONU, o Ebola já causou mais de 2500 mortes em três meses e avança de "forma exponencial".

Desta vez, como explicam os especialistas, o responsável pela contamiação é o vírus Bundibugyo, para o qual não há vacinas ou tratamentos específicos. [ Read Also ] A discussão ganha ainda mais importância diante de uma descoberta recente: mesmo depois de superar a fase aguda da doença, alguns pacientes podem permanecer com o vírus alocado em determinadas regiões do organismo.

Um estudo publicado na revista Nature Microbiology investigou justamente como o Ebola consegue se esconder no sistema nervoso central humano.

A situação é agravada por conflitos armados, deslocamentos populacionais e circulação de pessoas entre fronteiras, o que dificulta a vigilância, o atendimento médico e o controle da transmissão.

Enquanto isso, a ciência luta para entender mais sobre o patógeno e tenta buscar alternativas para combater o quadro.

Ajude a manter o site no ar

Uma pequena doação de R$ 1,00 garante que esse conteúdo continue disponível

PayPal

Deseja acompanhar a Liturgia diária?

Receba o conteúdo sempre atualizado e disponível offline.

Siga-nos

Acervo Católico

© 2024 - 2026 Acervo Católico. Todos os direitos reservados.