Após as respectivas rejeições dos planos de paz, as tensões entre os EUA e o Irã estão aumentando novamente, com a Casa Branca considerando a retomada da ação militar. De acordo com a CNN, Trump se reuniu recentemente com altos oficiais militares dos EUA para discutir estratégias futuras. Enquanto isso, os ataques aéreos israelenses continuam no sul do Líbano
Vatican News A insatisfação do presidente Donald Trump com as posições iranianas expressas na resposta ao plano de paz dos EUA está crescendo. A resposta de Teerã nos últimos dias foi considerada "totalmente inaceitável" pelo inquilino da Casa Branca, que se reuniu recentemente com altos oficiais militares dos EUA para discutir várias opções estratégicas, incluindo a retomada das operações militares, para forçar o Irã a retornar à mesa de negociações. Os EUA sem apoio dos aliados Antes desta reunião, falando a repórteres, o presidente estadunidense disse que uma solução diplomática ainda é possível, acusou o Irã de mudar de ideia frequentemente e disse que o cessar-fogo está por um fio. Trump também está considerando relançar a operação “Project Freedom” (Projeto Liberdade) para assumir o controle total do Estreito de Ormuz, mas falta o apoio de todos os aliados, tanto ocidentais quanto regionais. Eles não pretendem participar antes da cessação das hostilidades. Na semana passada, a Arábia Saudita também informou Washington que não permitiria que aeronaves dos Estados Unidos decolassem da Base Aérea Príncipe Sultan ou sobrevoassem o espaço aéreo saudita para apoiar a iniciativa. Mais ataques ao Líbano As tensões permanecem altas no Líbano, onde um ataque israelense no sul do país deixou pelo menos seis mortos e sete feridos. Esta terça-feira, nas primeiras horas da manhã, as forças armadas israelenses emitiram uma ordem de evacuação imediata para os moradores da cidade de Sohmor, no Vale do Bekaa. As posições do Hezbollah permanecem na mira de Israel. Apesar do cessar-fogo ter entrado em vigor teoricamente em 17 de abril e das negociações diretas entre Israel e Líbano, o Ministério da Saúde libanês atualizou na segunda-feira o número total de vítimas desde o início das hostilidades para 2.869.