A irmã Ana Rita Nunes Araújo, Ecónoma Geral da Congregação das Irmãs Franciscanas das Vitórias, fundada em 1884 pela Venerável Mary Jane Wilson, esteve recentemente em Roma e,em entrevista à Rádio Vaticano, falou do carisma da Congregação e da fundadora, uma anglicana de origem britânica que se converteu ao catolicismo e fundou, na Madeira, a Congregação. Falou igualmente das missões que têm pelo mundo fora, a começar por Angola, onde ela própria foi missionária por quase uma década.
Dulce Araújo - Vatican News São cerca de 350 as Missionárias Franciscanas das Vitórias no mundo, mas é sobretudo em África e na Ásia, onde a Congregação está hoje a crescer.
Na Europa estão um pouco mais adormecidas e envelhecidas.
Quem o diz é a irmã Ana Rita Nunes Araújo que, na Casa Generalícia da Congregação em Lisboa desempenha o cargo de Ecónoma.
E é um pouco nesse papel que veio recentemente à Itália para contactos com benfeitores, visando alimentar projetos da Congregação em África, no Brasil e noutro lugares de missão.
Veio igualmente para visitar as missionárias da sua Congregação que trabalham no Colégio Português em Roma e no sector da saúde em Milão. Quanto a novas vocações, em particular na Europa, nota que a juventude tem sede de Deus, mas é preciso que se encontre a forma de chegar a eles com a nova evangelização - diz a irmã, confiante em Deus. Por esse mundo fora, a sua Congregação tem projetos destinados a jovens, mulheres, crianças e à pastoral social.
Aspetos que ela aborda na entrevista concedida à Rádio Vaticano/Vatican News a 30 de setembro de 2026 e em que evoca também os anos vividos como missionária em Angola, as dificuldades que havia e como as enfrentavam. [ Audio Embed Oiça a entrevista com a irmã Ana Rita Nunes Araújo] [ Photo Embed: Irmã Ana Rita Nunes Araújo]