Moçambique: diante de novos ataques, o pedido de oração do bispo de Quelimane - Vatican News via Acervo Católico

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Moçambique: diante de novos ataques, o pedido de oração do bispo de Quelimane - Vatican News via Acervo Católico
Fonte: VATICANO

O conflito armado em Cabo Delgado, norte de Moçambique, iniciou-se em 2017 e continua ativo em 2026, com uma nova onda de violência jihadista, mais de 6.200 mortes e mais de 1,3 milhão de pessoas deslocadas. Grupos ligados ao Estado Islâmico (EIM) realizam ataques, incluindo assas

Continua a insurgência islamista (ISM) na província de Cabo Delgado, Moòambique. Ataques recentes em distritos como Nangade, Mocímboa da Praia e zonas do sul do país têm como alvo civis, soldados, missionários e mineiros, causando mortes, incêndios em casas e centenas de novos deslocamentos. Uma incursão em Namacuili resultou em pelo menos quatro mortes, enquanto grupos armados atacam os distritos de Ancuabe e Macomia. "A situação parece estar fora de controlo", declarou à Agência Fides o bispo da Diocese de Quelimane, dom Osório Citora Afonso, IMC. "Os ataques continuam nas mesmas zonas e a população está com medo. As mulheres, em particular, estão vivendo situações difíceis. Para além do que é noticiado, a destruição continua; muitas vítimas e cristãos foram mortos. Convido todos a rezar por nós", conclui o missionário da Consolata, que é também administrador apostólico da Arquidiocese da Beira. No total, mais de um milhão de pessoas foram deslocadas pelo conflito. Os confrontos com as forças moçambicanas e ruandesas persistem, com relatos de soldados mortos e incursões insurgentes. Além disso, o acesso humanitário continua a ser um desafio. O Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD) do país alertou que a assistência humanitária na província de Cabo Delgado, no norte do país, está sob pressão devido a uma combinação de ataques terroristas, cheias e inundações, que afetam as mesmas comunidades. Num comunicado divulgado pelas autoridades locais, Marques Naba, delegado do INGD em Cabo Delgado, afirmou que a resposta humanitária tem de ser adaptada a "um cenário complexo e simultâneo". Naba afirmou que, durante a atual época das chuvas, 4.570 casas foram afetadas, das quais 1.316 foram destruídas. Num aspeto positivo, mais de 600.000 pessoas que tinham sido deslocadas pelo conflito em Cabo Delgado regressaram às suas áreas de origem. O governo e as forças regionais (incluindo as tropas ruandesas) estão ativamente envolvidos, mas a situação está a criar uma crise humanitária cada vez mais grave. *Agência Fides

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