Angola tem jovens preparados para qualquer evento - Vatican News via Acervo Católico

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Angola tem jovens preparados para qualquer evento - Vatican News via Acervo Católico
Fonte: VATICANO

Nos três grandes eventos de massa da estada de Leão XIV em Angola (Luanda-Viana, Muxima e Saurimo) estiveram envolvidos mais de onze mil escuteiros/as. Josemi Ribeiro e Fernanda Vieira, envolvidas no serviço de protocolo, conversaram com a Vatican News, antes da missa em Kilamba. Confiaram as suas expetativas e mostraram-se confiantes de que um dia as JMJ possam ser realizadas em África e mesmo em Angola. Tal como elas, também o P. Capalo Mume, salesiano, acredita nessa possibilidade.

Dulce Araújo - Vatican News Quem esteve em Angola durante a visita apostólica do Papa Leão XIV ao país, não pôde não notar a imponente presença de escuteiros e escuteiras nos grandes eventos e pelas ruas por onde passava o Pontífice. Com efeito, os escuteiros católicos no país andam acima de 45 mil e pelo menos 11 mil estiveram envolvidos nos eventos de massa presididos pelo Papa, como a celebração da missa em Kilamba, a oração do terço no Santuário Mariano "Mamã Muxima" e na visita a Saurimo.   A maioria dos 45 mil escuteiros inscritos na Associação de Escuteiros Católicos do país, são de sexo feminino, até porque Angola tem mais mulheres do que homens e isto  tem, certamente, alguma influência - afirmam Josemi Ribeiro e Fernanda Vieira que estiveram envolvidas no serviço de protocolo. Animadas pelo espírito de serviço, típico dos escuteiros, como católicas não podiam deixar de prestar serviço ao líder da Igreja universal, disseram à enviada da Rádio Vaticano/Vatican News, que as encontrou no Hotel, onde estavam alojados os jornalistas, enquanto se aguardava a partida para a missa no Kilamba, a sul de Luanda.  "Somos muitos e estamos fortes e unidos para fazer uma atividade inclusiva e que traga alegria para todos os angolanos" - afirmou Fernanda Vieira, que pertence ao Agrupamento N. 1 - São Domingos Savio, Luanda.  Membro da coordenação dos escuteiros angolanos, Josemi dizia-se expectante em relação a essa celebração eucarística, a primeira de um Papa a que podia assistir na sua terra. O espírito tanto dela como da Fernanda era de alegria, fé e esperança.  Ansiosas, como a grande maioria dos seus concidadãos, por uma Angola melhor, para elas a presença do Papa em Angola representava um sinal de que se os angolanos “continuarem unidos nessa caminhada, teremos uma Angola brilhante, unida e desenvolvida". "Queremos muito e acreditamos que teremos uma Angola diferente" - disse ainda a Fernanda.   Josemi teve a ocasião de participar na JMJ Lisboa-2023, com o Papa Francisco. "Foi muito bom" - refere, recordando que o tema era "Peregrinos da Esperança". Estavam "dispostos a aprender, a fazer amizades, a conversar sobre a espiritualidade, sobre a fé, sobre a mudança dos jovens, porque somos nós que faremos o futuro do mundo".  À pergunta se consideram que um dia a África poderá organizar as JMJ, tanto a Josemi como a Fernanda consideram que “sim”, embora "não num futuro próximo". Acham, todavia, que Angola tem jovens preparados para qualquer evento e que se forem solicitados para isso, trabalharão unidos para "produzir esse resultado". Contudo, estão conscientes de que há aspetos que não toca a elas ponderar.  Então, há que desafiar os bispos para isso?  "(riso), sim, sim, (riso)".  Tal como elas, também o P. Capalo Mume, salesiano de Dom Bosco, vice-Reitor do Seminário Salesiano e vice-Superior do Instituto Superior Dom Bosco, em Angola, considera que realizar as JMJ em África, em Angola "é um dos sonhos nossos".  A seu ver, têm condições para isso.     Na entrevista conclusiva, concedida à Rádio Vaticano/Vatican News, imediatamente após a partida do Papa Leão XIV em direção à Guiné Equatorial (ultima etapa da sua viagem apostolóca à África), o Arcebispo de Saurimo e Presidente da CEAST, Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe, Dom José Manuel Imbamba enfrentou várias questões, entre as quais a do enquadramento dos jovens no Escutismo. Leia e ouça as suas palavras. 

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