Centenas de drones e mísseis russos sobre Kiev deixam mortos e feridos - Vatican News via Acervo Católico

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Centenas de drones e mísseis russos sobre Kiev deixam mortos e feridos - Vatican News via Acervo Católico
Fonte: VATICANO

Durante a noite, a capital ucraniana foi atacada com drones e mísseis. Moscou lançou o míssil Oreshnik, capaz de transportar ogivas nucleares. Os russos, como sempre, negam os ataques contra alvos civis. Von der Leyen afirmou que o ataque demonstra o desespero e o desprezo da Rússia pelas negociações de paz.

Vatican News A famigerada "Operação militar especial" russa deveria durar três dias, ou no máximo três meses segundo alguns. Passados mais de 4 anos, desde aquele 24 de fevereiro de 2022, a Rússia continua a compensar o lento avanço na linha de frente, com uma perda enorme de vidas humanas e equipamento militare com o terror, atacando cidades em toda a Ucrânia. Os alvos principais? Prédios residenciais, escolas, hospitais, igrejas, museus, bibliotecas, mercados, shoppings, trens e estações ferroviárias, infraestrutura energética. E na noite entre sábado e domingo, não foi diferente. As agências de inteligência ocidentais já haviam alertado para o ataque, e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, o anunciou, prevenindo a população. E o ataque russo de grande intensidade chegou pontualmente. Moscou atingiu a capital ucraniana, Kiev, com uma onda massiva de mísseis e drones, matando quatro pessoas na cidade e na região circundante e ferindo dezenas. De acordo com as autoridades ucranianas, o poder de fogo de Moscou foi devastador: 600 drones e 90 mísseis, incluindo pelo menos um míssil hipersônico, o Oreshnik. Muitos moradores buscaram refúgio nas estações de metrô da cidade durante a noite. A fachada de um prédio residencial de cinco andares desabou; as autoridades relataram danos a escritórios, lojas, armazéns e ao saguão de uma estação de metrô. "Um incêndio deflagrou numa escola em Kiev atingida por um ataque russo", informou o prefeito da cidade, Vitali Klitschko. Segundo as autoridades, a capital ucraniana foi alvo de um "ataque maciço com mísseis". "Outra escola foi atingida, também no distrito de Shevchenkivsky. Um incêndio começou no segundo andar", escreveu o prefeito de Kiev no Telegram pouco depois de relatar um ataque "perto" de uma primeira escola, que fez com que destroços bloqueassem a entrada de um abrigo onde os moradores se refugiavam. O presidente russo, Vladimir Putin, para alimentar seu público interno, cria pretextos para ordenar os ataques. Desta vez, seria uma retaliação contra a Ucrânia pelo ataque com drones realizado na sexta-feira contra uma residência estudantil na região de Luhansk, no leste da Ucrânia, ocupada pela Rússia. Kiev negou as acusações, afirmando que o alvo era uma unidade de comando de drones russa. Kallas: Moscou em um beco sem saída   As reações internacionais foram imediatas, com a Alta Comissária da União Europeia para a Política Externa, Kaja Kallas, anunciando uma próxima discussão entre os ministros das Relações Exteriores da UE sobre "como intensificar a pressão internacional sobre Moscou". A Rússia, escreve Kallas na plataforma X, "encontra-se em um beco sem saída no campo de batalha", aterrorizando a Ucrânia com "atos terroristas abomináveis ​​com o objetivo de matar o maior número possível de civis". Além disso, "o uso por Moscou de mísseis balísticos de médio alcance Oreshnik, sistemas projetados para transportar ogivas nucleares, representa uma tática de intimidação com motivação política e uma política imprudente de risco nuclear". von der Leyen: Kremlin em desespero   A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que o ataque russo "mostra a brutalidade do Kremlin e seu desprezo tanto pela vida humana quanto pelas negociações de paz. Terror contra civis não é força. É desespero." Von der Leyen reiterou então o firme apoio da UE à Ucrânia, "com mais apoio a caminho para reforçar os seus sistemas de defesa aérea".

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