Leão XIV pede que as armas se calem na Ucrânia e manifesta alívio pela trégua no Líbano - Vatican News via Acervo Católico

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Leão XIV pede que as armas se calem na Ucrânia e manifesta alívio pela trégua no Líbano - Vatican News via Acervo Católico
Fonte: VATICANO

Ao término da Santa Missa celebrada em Luanda, neste domingo (19/04), o Papa Leão XIV rezou a oração do Regina Caeli e fez novos apelos pela paz, voltando seu olhar para os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.

Thulio Fonseca - Vatican News Ao final da celebração eucarística, neste domingo, 19 de abril, o Papa Leão XIV rezou com os fiéis a tradicional oração do Regina Caeli, na Explanada de Kilamba, periferia de Luanda, onde mais de 100 mil de pessoas participaram da Santa Missa neste segundo dia da viagem apostólica a Angola: “Queridos irmãos e irmãs, unamo-nos agora em oração a Maria Regina Caeli, Rainha do Céu, para partilhar com Ela, nossa Mãe e companheira de caminho, a alegria da Ressurreição.” O sofrimento do povo ucraniano Falando português, o Papa sublinhou que a alegria pascal não ignora o sofrimento humano, mas o assume e o transforma à luz da fé, e voltou seu olhar atento aos atuais cenários de guerra no mundo: “Lamento profundamente a recente intensificação dos ataques contra a Ucrânia, que continuam a atingir também a população civil. Manifesto a minha proximidade a quantos sofrem e asseguro as minhas orações por todo o povo ucraniano. Reitero o apelo para que as armas se calem e se siga o caminho do diálogo.” Trégua no Líbano Leão XIV também se referiu a sinais de esperança no Oriente Médio e encorajou as tratativas de paz por meio do diálogo. “Por outro lado, a trégua anunciada no Líbano é motivo de esperança, representando um sinal de alívio para o povo libanês e para o Levante. Encorajo aqueles que se têm empenhado na busca de uma solução diplomática a prosseguir os diálogos de paz, para que o fim das hostilidades em todo o Médio Oriente se torne permanente.” Cristo, fundamento da esperança cristã Por fim, o Santo Padre retomou o anúncio pascal, recordando aos mais de 100 mil fiéis presentes que a vitória de Cristo sobre a morte é o fundamento da ação cristã no mundo: “Cristo venceu a morte, e é com esta certeza que todos nós, unidos a Ele e n’Ele, como um só corpo, nos esforçamos hoje e a cada dia por fazer crescer à nossa volta os frutos da Páscoa, que são o amor, a verdadeira justiça e a paz, para além de todos os obstáculos e dificuldades.” “Que a Mãe de Jesus, Mãe do Coração, nos ajude a sentir sempre viva e forte, perto de nós, a presença do seu Filho ressuscitado”, concluiu o Papa, concedendo em seguida sua bênção apostólica no encerramento da Santa Missa.

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